Keanu sou eu! Explico...É isso! Que Deus siga nos abençoando!
Keanu sou eu! Explico...
Opa, galera! Hoje aconteceu (pelo menos aparentemente) o último capítulo da novela mexicana "Licencia de Conducir"! Caí da cama as 6 da madrugada, tomei café e banho, e fui pra auto-escola. De lá fui pro local do exame. Pra minha surpresa, ao chegar ao local descubro que a prova não pode ser feita de bermuda. Pequena falha da minha instrutora que se esqueceu de me dar esse aviso. NO PROBLEMO! Um instrutor me ofereceu a calça da capa de chuva de motoqueiro. Mais que "stáile", vestindo a calça de plástico preto, entro no carro e me preparo. Primeiro a baliza, depois o percurso. Saindo do local do exame (onde a gente faz a baliza) em direção ao percurso, o carro morre! A avaliadora me diz: "Continue! Saia antes que o caminhão chegue!" (referindo-se ao caminhão que vinha em nossa direção). Continuei. Viro a direita (tudo com seta, bonito), e, na descida, é hora de fazer rampa de ré. Vou estacionando o carro quando, de repente, encosto o pneu na guia! Nunca tinha feito isso na aula!!! POR QUE, Deus, por que no dia do exame???!!! Calmamente alinho o carro, e... rampa. A rampa foi perfeita! Sigo o percurso. Nisso, durante o papo com a avaliadora (muito gente fina, por sinal), ela fica sabendo minha profissão e que e estou (temporariamente) desempregado. Me passa o endereço do local onde a filha trabalha, e diz que é pra eu levar um currículo. Final do percurso. Chego, tiro as calças (hahahahahaha), comemoro. Fui aprovado!!! Saio com o peito empinado na frente de centenas de pessoas que ainda iriam fazer o exame. Aviso aos pedestres joseenses: É nóis no tráfego!
Opa! Acabei de ler alguns posts (do meu próprio blog) lááááááááááááá de 2005. Tem tempo. Engraçado como são as coisas, como é a nossa história. Lendo essas velhas histórias senti diversas coisas: saudade, vergonha, achei graça (rir de si mesmo é ótimo), achei mais graça ainda. Devo realmente ser um cara engraçado, hahahaha, ou debochado, como me rotulou Bianca (uma amiga do terceiro colegial). Além de engraçado e debochado, também devo ser velho, já que terceiro colegial é coisa de gente velha! Hahahaha. To velho.
Essa vida "meio parada" é engraçada. Acordar tarde - não hoje, que levantei as 6 da manhã pra aula de auto-escola. Falando nisso, sabiam que estou fazendo auto-escola? Tá bom, consigo ouvir ao fundo um coro de "demorô", mas antes tarde do que nunca! Não que o caminho até aqui tenha sido fácil... Tudo começou com minha matrícula na Auto-escola DIMENSÃO no dia 15 de MAIO deste ano. Taxa de auto-escola, mais taxa de não sei o que, mais taxa de não sei que lá... Tudo pago. Aí vêm os exames médico e psicotécnico. O médico é aquela coisa ótima, com um doutor te examinando que nem o nariz. Depois dele, no mesmo dia, o psicotécnico. Uma chatice, mas fui tão bem que, ao verificar os resultados, a psicóloga me disse que eu estava acima da média (não que eu esteja me gabando pela proeza). Depois vêm então as divertidíssimas e animadas aulas teóricas (por favor, leiam compreendendo o altíssimo nível de sarcasmo empregado), onde a gente aprende um monte de marretas pra passar no exame teórico. Após essas aulas, voltei a auto-escola, e, pra minha surpresa, descubro que a mesma está FECHADA. Nada por lá, nada. O dono da auto-escola surrupiou a grana da galera, e, segundo os rumores que circulam, saiu do país. Corre corre daqui, corre corre de lá, me matriculo em outra auto-escola. Devidamente re-matriculado (e R$200,00 roubados mais pobre), faço a prova teórica no CIRETRAN. Segundo eles, o resultado sairia em duas semanas. MAIS de UM MÊS depois, descubro que lançaram algum número errado no sistema, e que por isso o resultado estava demorando tanto a sair. Problema resolvido, finalmente descubro que tinha sido aprovado, e que poderia marcar as aulas práticas. São marcadas com uma instrutora chamada Leila (nome alterado para proteger sua dignidade, hahahaha). Minha irmã, a Jacqueline, me diz: "Leila? Acho que essa instrutora dava aulas na Dimensão e ninguém gostava dela. Se quando chegar lá você vir uma loira cabelo poodle, procure outro instrutor!". 20/11/2007: primeira aula prática. Descubro que Leila não será minha instrutora, e que terei aulas com outra pessoa. Através de fonte segura, descubro que Leila foi mandada embora pois gritava com os alunos. Uhauhauhauhauha. Safei-me da loira-poodle!!! Na primeira aula aprendi as coisas básicas, tipo sair com o carro. Na outra aula aprendi rampa. Achei muito fácil. Talvez a psicóloga estivesse certa, hahahaha. Na última aula, a de hoje, aprendi baliza pela direita. Nada complicado. Acertei todas as que fiz.
Fala, galera! Acabei de voltar da igreja onde assisti a um filme muito bacana chamado Desafiando os Gigantes (Facing the Giants). O filme conta a história de um técnico de futebol americano de uma escola que não vence nunca. Ele tem problemas na escola, em casa... enfim, uma pessoa normal. No entanto ele decide tomar algumas atitudes pra mudar o quadro, e ele faz isso com a ajuda de Deus. O filme é muito bom, e traz princípios muito legais pra aplicação prática em nossas vidas. Creio que Deus fala de diversas formas conosco, e que uma mesma palavra pode trazer diferentes revelações a cada um. Deus me lembrou através do filme que se eu fizer o meu melhor, as circunstâncias não importarão; fazendo minha parte, Deus fará a d'Ele. Ele AINDA é o Deus do impossível!!! Nele não há sombra de variação!!! Recomendo que você assista a este filme. Não deve ser difícil de encontrar, e você com certeza será edificado de uma forma ou de outra. Deus o abençoe!Esperei confiantemente no Senhor
E Ele se inclinou para mim
E me ouviu quando clamei por socorro
E me ouviu quando clamei por socorro
E me pôs nos lábios uma nova canção
Um hino de louvor ao nosso Deus
Muitos verão essas coisas com temor
E confiarão no Senhor
Tirou-me de um poço de lama e perdição
Colocou-me os pés sobre a rocha
E me firmou os passos
E me guiou os passos...



| Por John Ortberg - Revista Impacto |
| Hoje em dia, quase nem se fala em chamado. É mais comum pensar em termos de carreira profissional. No entanto, para muita gente, a profissão se transforma em altar, sobre o qual sacrificam a vida. Benjamin Hunnicutt é historiador da Universidade de Iowa, especializado em história do trabalho. Ele observa que o trabalho se tornou uma religião, objeto de adoração e dedicação de nosso tempo. À medida que o compromisso com a família, a comunidade e a fé encolhem, as pessoas começam a se voltar para o trabalho, na esperança de que este lhes proporcione sentido, relacionamentos, identidade e estima. O chamado, que implica fazer algo para Deus, é substituído por uma carreira profissional, a qual ameaça assumir o papel de deus. " A profissão eu escolho; o chamado eu recebo." Exerço uma profissão para mim mesmo; o chamado é algo que faço para Deus. A profissão me promete status, dinheiro ou poder; em geral, o chamado promete dificuldades e até certo sofrimento - além da oportunidade de ser usado por Deus. Profissão diz respeito à mobilidade ascendente; chamado costuma levar à mobilidade descendente. Logo que ingressei no ministério pastoral, as pessoas às vezes me perguntavam quando eu havia recebido " o chamado", como se atuar na igreja exigisse um chamado, ao passo que uma ocupação no mercado de trabalho apenas fizesse parte de uma carreira profissional. Mas não é assim. Sei muito bem que é possível transformar o trabalho na igreja em uma carreira profissional com progressos e conquistas. Também é possível fazer do emprego secular um chamado, quando realizado para servir a Deus e aos outros. A carreira profissional pode acabar em aposentadoria e uma porção de " brinquedos". O chamado só termina quando se morre. As recompensas da carreira profissional podem ser visíveis, mas temporárias. A importância de um chamado dura toda a eternidade. A carreira profissional pode ser interrompida por uma série de acontecimentos - mas não o chamado. Quando Deus chama alguém, ele o capacita a cumprir seu chamado mesmo sob as circunstâncias mais adversas. As Escrituras estão cheias de pessoas escravizadas, capturadas e exiladas, lançadas na prisão. A trajetória profissional dessa gente não parecia promissora. Mesmo assim, cumpriram seu chamado de maneira extraordinária. O faraó tinha uma carreira profissional - Moisés, um chamado. E não só as personagens das Escrituras. Charles Colson estava no meio de uma das carreiras profissionais de maior notoriedade dos Estados Unidos. Tinha acesso ao poder, desfrutava enorme influência. Até que foi parar na prisão. Achou que sua carreira chegara ao fim - e, de certa forma, tinha razão. Sua carreira profissional terminara de fato - mas seu chamado estava apenas começando. Seria chamado para servir a homens na cadeia, como ele. Para servir a uma nação inteira com seus dons e sua ruína. Ele pondera: " Meu maior fracasso foi o real legado de minha vida - o fato de me tornar um ex-condenado. Minha maior humilhação - passar pela cadeia - marcou o momento em que Deus começou a usar minha vida grandemente; ele escolheu, para sua glória, a experiência da qual eu não podia me gloriar". Às vezes, na providência de Deus, o fim de uma carreira é o começo de um chamado. E você tem um chamado. Ninguém é uma peça que não serve para nada - você está em missão divina. Extraído de "Venha Andar Sobre as Águas", John Ortberg, Ed. Vida, 2002. Fonte: www.revistaimpacto.com |
