quarta-feira, 30 de maio de 2007
Como dizem alguns amigos mineiros: Teve bom!
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Cuarto Nuevo



sexta-feira, 13 de abril de 2007
Carreira Profissional X Chamado
| Por John Ortberg - Revista Impacto |
| Hoje em dia, quase nem se fala em chamado. É mais comum pensar em termos de carreira profissional. No entanto, para muita gente, a profissão se transforma em altar, sobre o qual sacrificam a vida. Benjamin Hunnicutt é historiador da Universidade de Iowa, especializado em história do trabalho. Ele observa que o trabalho se tornou uma religião, objeto de adoração e dedicação de nosso tempo. À medida que o compromisso com a família, a comunidade e a fé encolhem, as pessoas começam a se voltar para o trabalho, na esperança de que este lhes proporcione sentido, relacionamentos, identidade e estima. O chamado, que implica fazer algo para Deus, é substituído por uma carreira profissional, a qual ameaça assumir o papel de deus. " A profissão eu escolho; o chamado eu recebo." Exerço uma profissão para mim mesmo; o chamado é algo que faço para Deus. A profissão me promete status, dinheiro ou poder; em geral, o chamado promete dificuldades e até certo sofrimento - além da oportunidade de ser usado por Deus. Profissão diz respeito à mobilidade ascendente; chamado costuma levar à mobilidade descendente. Logo que ingressei no ministério pastoral, as pessoas às vezes me perguntavam quando eu havia recebido " o chamado", como se atuar na igreja exigisse um chamado, ao passo que uma ocupação no mercado de trabalho apenas fizesse parte de uma carreira profissional. Mas não é assim. Sei muito bem que é possível transformar o trabalho na igreja em uma carreira profissional com progressos e conquistas. Também é possível fazer do emprego secular um chamado, quando realizado para servir a Deus e aos outros. A carreira profissional pode acabar em aposentadoria e uma porção de " brinquedos". O chamado só termina quando se morre. As recompensas da carreira profissional podem ser visíveis, mas temporárias. A importância de um chamado dura toda a eternidade. A carreira profissional pode ser interrompida por uma série de acontecimentos - mas não o chamado. Quando Deus chama alguém, ele o capacita a cumprir seu chamado mesmo sob as circunstâncias mais adversas. As Escrituras estão cheias de pessoas escravizadas, capturadas e exiladas, lançadas na prisão. A trajetória profissional dessa gente não parecia promissora. Mesmo assim, cumpriram seu chamado de maneira extraordinária. O faraó tinha uma carreira profissional - Moisés, um chamado. E não só as personagens das Escrituras. Charles Colson estava no meio de uma das carreiras profissionais de maior notoriedade dos Estados Unidos. Tinha acesso ao poder, desfrutava enorme influência. Até que foi parar na prisão. Achou que sua carreira chegara ao fim - e, de certa forma, tinha razão. Sua carreira profissional terminara de fato - mas seu chamado estava apenas começando. Seria chamado para servir a homens na cadeia, como ele. Para servir a uma nação inteira com seus dons e sua ruína. Ele pondera: " Meu maior fracasso foi o real legado de minha vida - o fato de me tornar um ex-condenado. Minha maior humilhação - passar pela cadeia - marcou o momento em que Deus começou a usar minha vida grandemente; ele escolheu, para sua glória, a experiência da qual eu não podia me gloriar". Às vezes, na providência de Deus, o fim de uma carreira é o começo de um chamado. E você tem um chamado. Ninguém é uma peça que não serve para nada - você está em missão divina. Extraído de "Venha Andar Sobre as Águas", John Ortberg, Ed. Vida, 2002. Fonte: www.revistaimpacto.com |
sábado, 7 de abril de 2007
Há muito tempo atrás...

Certa vez participei de uma cantata de páscoa apresentada por fantoches. Nela aprendi uma pequena canção que era cantada por um dos personagens. É uma canção simples e carregada de emoção que declara o amor de Jesus por nós.
o amor do meu Senhor se revelou
Eu posso imaginar Seu rosto deformado
por golpes violentos que levou
Ele se tornou maldito em meu lugar
Toda minha culpa sobre Si levou
Há muito tempo atrás..."
domingo, 1 de abril de 2007
Shout Unto God
And death couldn't hold You down
We're gonna lift our voice in victory
We're gonna make Your praises loud
Shout unto God with a voice of triumph
Shout unto God with a voice of praise
Shout unto God with a voice of triumph
We lift Your name up
We lift Your name up
domingo, 25 de março de 2007
sexta-feira, 9 de março de 2007
Ah! Eu tô formando!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Para rir!
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Férias

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
Jerome Murat
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
Ilusão de ótica bacana!
terça-feira, 28 de novembro de 2006
Salto Mortal
O pequeno grande Meriedev Krodovisky se prepara, toma fôlego e... salta!
Menino: Copmân, Papeur! (Filma esse, papai!)
Pai: Ya! Basdéri! (Tá! Vai lá, filhão!)
Menino: Iúúúããm... (Tomando fôlego)
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
Deixa eu ver...

quarta-feira, 25 de outubro de 2006
Já tem um tempinho...
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Vuelvo en un rato...

quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Quebrando a cabeça

quarta-feira, 20 de setembro de 2006
Caminhos e promessas de Deus

quarta-feira, 23 de agosto de 2006
quinta-feira, 13 de julho de 2006
Mateus 15:21-28
Milagres não transformam nosso caráter. O caminho para algumas libertações envolve o passarmos por provas duríssimas. Ao sermos tratados por Deus, a cadeias começam a se romper. A grande questão não é vencer os demônios, mas sermos vencidos por Deus. Jesus discerne qual era a verdadeira causa do problema daquela mulher: o orgulho. O orgulho é a razão de muitos problemas (Pv 16:18a – "A soberba precede a ruína"). Jesus então decide provar a mulher, para que a libertação fosse desatada em sua vida familiar. Deus relaciona-se conosco pessoalmente, e também de maneira geracional, como família. Muitas coisas que acontecem conosco transformam pessoas em nossa família.
Jesus prova a mulher de três maneiras:
- 1ª Prova: Desprezo (v. 22 – 23) – Jesus não respondeu a mulher!!! Conseguem imaginar Jesus sendo “mal educado” com alguém?. Nessas oras de silêncio, o espírito de orgulho se aproxima e te diz: “Deus não te ama, Ele não se importa com você!”. Jesus desprezou aquela mulher publicamente! Uma multidão seguia a Jesus, e os discípulos pedem a Ele que despeça a mulher, pois ela vinha gritando. Os discípulos não queriam um “barraco”.
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2ª Prova: Descriminação (v. 24 – 25) – Os problemas e as pessoas têm raízes, e as vezes a solução desses problemas tem a ver com raízes. Jesus ataca as raízes familiares daquela mulher (ela era grega e não judia). O orgulho cultural precisava ser vencido na vida dela e de sua família. Naquela época os gregos eram a elite. Todo preconceito revela uma idolatria a si mesmo, pois você se considera superior. Jesus confronta o complexo de superioridade, e a mulher clama, derrotando o preconceito grego, o orgulho nacionalista: Senhor, socorre-me! Algo se rompeu através dessa declaração!
3ª Prova: Ofensa (v. 26 – 28) – Jesus toca agora na dignidade humana da mulher, Ele a ofendeu, considerou-a como um animal. Os cananeus são os filhos de Canaã, que era filho de Cão, que, por sua vez, era filho de Noé. Cão desonrou a Noé descobrindo sua nudez (Gn 9:21-25). Por causa disso, Noé amaldiçoou ao filho de Cão: “Maldito seja Cannã, filho de Cão”, parafraseando, “a mesma desonra com a qual me tratou, seu filho vai te tratar”. A cultura Cananéia revela a desonra à autoridade e o desprezo às coisas sagradas. Jesus chama a mulher a uma posição de intercessão, para quebrar o padrão de sua linhagem. Ela então se humilha: “temos agido como cães, desprezando as coisas sagradas, mas os cachorrinhos comem do chão”. Nesse instante, sua última gota de orgulho morre, algo se rompeu ali. Jesus fica feliz porque a mulher suportou a prova. Ela não desistiu em momento algum. Ela se humilhou, se prostrou, adorou! Essa prova produziu libertação. Ninguém expulsou os demônios, eles foram embora sozinhos.



